
Nem só de vinho vive o homem. Aliás, num país em que se consome menos de dois litros de vinho per capita ano (os argentinos entornam 45 litros/ano), nada mais natural que outra bebida tenha presença mais frequente no copo dos nativos. Trata-se da cachaça – pinga para os iniciados. Ainda vamos aqui ser menos econômico com essa autêntica representante do etilismo nacional, mas agora basta saber que essa dona ao, a Piragibana, está naquele patamar da ‘melhor do Brasil’. Não sei. Como já disse, sou avesso a esse conceito de ‘melhor’. Melhor segundo quem? Se consola saber, essa mardita tem no DNA algum cromossomo da mítica Havana – e isso até no preço: a garrafa de 600 ml custa R$ 250.
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